Serviços

Empresa: “Soluções em TICs na Educação”
Modalidade: Prestação de Serviços – Educação – Treinamento em Informática
Faturamento de até R$36.000,00 por ano (Empresa Individual) – (Simples Nacional)
MORAES, Carlos Alexandre
Formação/Especialidade: Pedagogo e Mestre em Educação, Cultura e Comunicação pela UERJ (2003/2009) / Ênfase em Gestão de Sistemas Educacionais e Periferias Urbanas
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Sistema P2P – Linux – Presencial
RevoluTICs 11.07 – beta
Plataforma DEBIAN (GNU/Linux)
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Fontes: Ubuntu 10.04  lucid-”kaxinawa”

AVA-Linux (Ambiente Virtual de Aprendizagem)

Redes P2P/Tempo Real #EnsinoPresencial

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O conceito engloba um conjunto de reflexões que buscam constituir soluções pedagógicas especializadas em informática aplicáveis ao amplo contexto da educação presencial no Brasil. Soluções que ofereçam criativas possibilidades de customização da plataforma operacional às peculiaridades/necessidades locais, sempre singulares a cada projeto/escola /rede/sistema. Trata-se de apresentar alternativas interativas ao uso dos computadores multimídia em rede, que sejam previamente pensadas/refletidas para que se possa produzir efeitos mais significativos aos processos de ensino-aprendizagem nesta perspectiva de educação presencial em rede. Soluções dentro de um sentido curricular comum/interdisciplinar de uso, a partir de cada projeto pedagógico específico em suas diretrizes curriculares.

O conceito por outro lado também se afasta do sentido mais genérico das  idéias que giram em torno do pensamento da “informatização” da escola a partir de laboratórios específicos ou de políticas públicas que ofertam a professores e alunos (note)netbooks pessoais . Portanto, cada projeto RevoluTICs é singular por definição, isto é, “customizável” criativamente por profissionais/pesquisadores/professores/alunos(estagiários/bolsistas) que pensam soluções específicas para cada uma das intervenções possíveis no campo que relaciona TICs à formação, cultura e comunicação.

Trata-se de configurar uma potente plataforma operacional pelo uso de programas e bases de programação “Software Livre” (LINUX), cujas bases além de estarem disponíveis gratuitamente a qualquer um por comunidades de desenvolvimento pelo mundo, inclusive por universidades públicas. Pensamos em um sistema “aberto”/gratuito (distribuível) e, alternativo ao Windows, valorizando ainda mais as possíveis apropriações vigentes que, atualmente, apenas pensam os usos diversos dos serviços de computação majoritariamente na esfera pessoal/privada e com uso restrito e associado ao hardware e sua interface usuário-máquina. Deste modo, a fim de “permitir” que em tais espaços as “atividades escolares tradicionais” também possam ocorrem sem “ônus” ao professor, pensamos e desenvolvemos os Ambientes Virtuais de Aprendizagem RevoluTICs com base em conversas e aproximações pedagógicas prévias com a comunidade escolar depois de aprofundadas reflexões tanto sobre projetos curriculares específicos às isntituições (PPP) como nas “aproximações conceituais” que também se estabelecem como referências nacionais à Gestão dos Sistemas Educacionais na contemporaneidade (PCNs e DCNs).

O sucesso de tal plataforma, contudo, estará sempre diretamente relacionado à qualidade de “dispositivos” (computadores, periféricos e etc) disponíveis nas instituições de cunho educacional por justamente se tratar de “prestação de serviços técnicos especializados”, a serem realizados “virtualmente” nas próprias bases infra-estruturais já dispostas à equipe pela instituição. Ou seja, para se medir os supostos efeitos da configuração de alguns computadores para usos de crianças nas séries iniciais devemos considerar por exemplo, de antemão, que a qualidade de tais serviços poderão sempre sofrer “perda de desempenho em processamento” dependendo da qualidade das TICs disponíveis ao uso em tais espaços/objetivos. Tendo em vista, sobretudo, as consideráveis limitações relacionadas ao potencial de processamento e desempenho gráfico em se tratando de usos mais específicos, como é o desafio da informática nas escolas em sua necessidade de basicamente ter à sua disposição uma combinação de boas plataformas (sistemas), serviços (pedagogia/metodologia), hardwares (TICs) e interfaces (estéticas) condizentes com as experiências cotidianas trazidas pelo aluno de fora do ambiente escolar e desejadas pelas suas propostas curriculares/ementas. E dizemos isto justamente por constatarmos a existências de uma infância/juventude  que parece não estar mais “por aí” apenas para reproduzir tradicionais perspectivas de uso como realizado por outras gerações, mas disposta a ousar novos usos/apropriações/experimentações pelo anseio expressivo estimulado pelas novas possibilidades interativas (web 2.0), em redes cujas experiências multimídia sofisticadas aos alunos também são adquiridas no interior de lanhouses (instituições privadas), sempre minunciosamente configuradas/adequadas para suportar atender a esta exigente demanda de crianças/jovens que buscam ali, além da interatividade dos “jogo em rede”, as boas condições técnicas ao uso mediante bons computadores com velocidade de processamento geral e gráfico razoáveis assim como por memória suficiente para que os “fins” ali propostos sejam atingidos, sem que o computador/TIC “trave” no meio de alguma atividade/ação/processo importante.

Tendo em vista as proposições iniciais experimentadas nas Revoluti (FEBF, CAp e FCS), a proposta aqui apresentada já discute as apropriações possíveis pela ótica do que há  em termos de interatividade multimidiada já com o uso de webcam, headset com microfone multimídia e, mesa digitalizadora como a função de mouse/escrita/desenho e etc, presentes também nas definições dos conceitos de sala de recurso. Estas configurações de hardware, agindo em paralelo com as possibilidades em rede mediadas por computadores funcionando com o Sistema Operacional Linux UBUNTU customizado a tais propósitos,  irá permitir a máxima integração dos usuários com as plataformas interativas diversas de ensino a serem articuladas pela instituição, justamente por NÃO se tratar de uma plataforma fechada, onde sempre será possível alterar qualquer uma das configurações a fim de manter o sistema sempre atual às demandas curriculares/pedagógicas da instituição.

Cabe ainda frisar que mediante e sta apropriação poderemos sempre estender os Ambientes reais/Virtuais de Aprendizagem no RevoluTICs às novas aquisições de TICs, incluindo cada novo dispositivo que chega DIRETAMENTE (plug and play) à plataforma aqui porposta, sem necessidade de alterar toda a configuração para que sejam agregados. Deste modo o sistema ABERTO possui como eixo norteador de sua programação de informações/processamento/dados a perspectiva  de que seus “limites” sempre estarão diretamente relacionados aos investimentos em hardwares e demais estruturas em TI pela instituição interessada, uma vez que o RevoluTICs tende a tornar cada nova aquisição tecnológica da escola (ou trazidos pelos alunos/professores em aula) uma ferramenta a mais para ser conjugada ao projeto de ensino em questão, articulando e convergindo o acesso sentido a um uso desterritorializado dos computadores/recursos na própria instituição como forma de ratificar/fomentar também a recentemente discutida questão da Cultura Digital e seus direitos de “inclusão digital/social”.

QUATRO PRINCIPIOS ELEMENTARES

1)  Ambiente Virtual de Aprendizagem – são softwares que auxiliam na montagem de cursos acessíveis e geridos em rede. Elaborado para ajudar os professores no gerenciamento de conteúdos para seus alunos e na administração do curso, permite melhor acompanhar o desempenho dos estudantes e propor atividades mais condizentes com o cotidiano trazido pelos alunos de fora da escola;

2)  Computação Distribuída – ou sistema distribuído, é uma referência à computação paralela e descentralizada, realizada por dois ou mais computadores conectados através de uma rede, cujo objetivo é concluir uma tarefa em comum. É uma “coleção” de computadores independentes que se apresenta ao usuário como um sistema único e consistente;

3)  Estação de Pesquisa – computadores embutidos nas mesas. Por se tratar de uma configuração capaz de tornar tais computadores/dispositivos, simultaneamente, em servidores e clientes, cada Estação de Pesquisa se aproxima mais do termo aqui argumentado. Todos são processadores de aplicativos e serviços online mas também servidores dedicados para bancos de dados locais em ftp para uso mais otimizado em INTRANET de acordo com cada projeto/proposta. Nela há a função dupla (P2P) de ser o repositório padrão de downloads e backup automático e, na raiz original, o pesquisador/professor responsável pela Estação de Pesquisa organiza novos bancos de dados copiando os arquivos originais de outros bancos de dadaos, por exemplo. Trata-se aqui do mesmo princípio do backup (que também duplica o espaço em disco), mas em sentido invertido: primeiro o backup, depois as cópias e usos derivados de arquivos, pastas e demais documentos digitais. A ideia inicial do RevoluTICs (Essencial) é fazer backup automático de tudo que é processado pelas Estações de Trabalho.

4) Distribuição –  para cada módulo contratado, a instituição receberá um arquivo em fomato de imagem .iso, contendo um módulo Essencial para ser distribuído aos alunos e professores. Baseado na prática LiveCD do universo Linux, esta imagem corresponde a uma outra singularização derivada do módulo contratado em questão, sistema operacional gratuito que roda em notebooks, netbooks e computadores diretamente de um CD/DVD e/ou Pendrive/Cartão de Memória. Como sistema opercional genérico, o LiveCD RevoluTICs pode não funcionar corretamente em algumas configurações de hardware específicas e/ou por ausência/incompatibilidade de drivers, contudo uma singularização compacta tenderá a sempre dispor de um sistema leve, rápido e com máxima compatibilidade. Não contará com todos os recursos do módulo contratado, instalado originalmente nas Estações de Pesquisa, mas os aplicativos essenciais estarão presentes e seguindo os mesmos layouts e configurações do módulo original. OBSERVAÇÕES: poderá haver incompatibilidades entre a versão distribuída e os computadores dos interessados tendo em vista de que a customização/configuração sempre é feita com base nos computadores especificados pela instituição.

Núcleo Linux, base de qualquer Sistema Operacional derivado. É registrado sob licença GPL e suas apropriações/distribuições deverão obedecer os mesmo dispositivos legais/jurídicos. No universo geral de programação em Linux, em termos econômicos, costuma ser dito que não é vendido o “Linux” e suas “distros”, mas sim os serviços envolvidos/decorrentes de complexas programações, planejamentos, execuções e controle.

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Oficinas Pedagógicas em Linux

Ambiente destinado ao desenvolvimento das habilidades e competências, mediante atividades laborativas orientadas por Professores/Técnicos capacitados e certificados, e em que estão disponíveis diferentes tipos de equipamentos e materiais para o ensino ou aprendizagem, nas diversas modalidades do ensino presencial.

Dinâmicas/Atividades atividades acadêmicas que integram ensino, pesquisa e extensão. Formado por grupos tutoriais de aprendizagem, o PET propicia aos alunos participantes, sob a orientação de um tutor, a realização de atividades extracurriculares que complementem a formação acadêmica do estudante e atendam às necessidades do próprio curso de graduação. O estudante e o professor tutor recebem apoio financeiro de acordo com a Política Nacional de Iniciação Científica.

Revoluti 2.0 (FEBF/UERJ) – novembro 2010




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