(Wikipédia) Ensaio é um texto literário breve, situado entre o poético e o didático, expondo idéias, críticas e reflexões éticas e filosóficas a respeito de certo tema. É menos formal e mais flexível que o tratado. Consiste também na defesa de um ponto de vista pessoal e subjetivo sobre um tema (humanístico, filosófico, político, social, cultural, moral, comportamental, literário, religioso, etc.), sem que se paute em formalidades como documentos ou provas empíricas ou dedutivas de caráter científico.
O ensaio assume a forma livre e assistemática sem um estilo definido. Por essa razão, o filósofo espanhol José Ortega y Gasset o definiu como “a ciência sem prova explícita”.
PAPER
Definições
Para a ABNT (1989) paper é um pequeno artigo científico, elaborado sobre determinado tema ou resultados de um projeto de pesquisa para comunicações em congressos e reuniões científicas, sujeitos à sua aceitação por julgamento.
Os propósitos de um paper são quase sempre os de formar um problema, estudá-lo, adequar hipóteses, cotejar dados, prover uma metodologia própria e, finalmente, concluir ou eventualmente recomendar.
O paper é intrinsecamente técnico, podendo envolver fórmulas, gráficos, citações e pés de página, anexos, adendos e referências.
Num paper a opinião do autor é velada e tem a aparência imparcial e distante, não deixando transparecer tão claramente as crenças e as preferencias do escritor.
Para Carmo-Neto (1996) os dados de um paper são geralmente experimentais, mensuráveis objetivamente; mesmos os mais intuitivos ou hipotéticos sempre imprimem um certo pendor científico, e quase sempre são formados a partir de uma metodologia própria para aquele fim.
Estrutura
Um paper deve conter os seguintes elementos:
- Título;
- Nome completo do(s) autor(es);
- Resumo e/ou Abstract;
- Introdução;
- Revisão da Literatura;
- Metodologia;
- Desenvolvimento;
- Resultados;
- Discussão dos Resultados;
- Conclusão;
- Anexos e/ou Apêndices;
- Bibliografia.
Embora um paper apresente número de páginas variado, de 15 a 20 páginas é o tamanho aceitável.
Utilização
- Trabalho final de disciplinas de Cursos de Especialização, de Mestrado e de Doutorado;
- Apresentação em congressos;
- Publicações periódicas de papers, ex. READ (Revista Eletrônica de Administração – PPGA/EA/UFRGS).
ENSAIO
Definições
O ensaio é um “estudo bem desenvolvido, formal, discursivo e concludente, consistindo em exposição lógica e reflexiva e em argumentação rigorosa com alto nível de interpretação e julgamento pessoal. No ensaio há maior liberdade por parte do autor, no sentido de defender determinada posição sem que tenha que se apoiar no rigoroso e objetivo aparato de documentação empírica e bibliográfica. De fato, o ensaio não dispensa o rigor lógico e a coerência de argumentação e por isso mesmo exige grande informação cultural e muita maturidade intelectual” (Severino, 1976, p.153)
“É uma exposição metodológica dos assuntos realizados e das conclusões originais a que se chegou após apurado o exame de um assunto. O ensaio é problematizador, antidogmático e nele deve se sobressair o espírito crítico do autor e a originalidade” (Medeiros, 2000, p. 112).
RESENHA
Definições
Tipo de resumo crítico, contudo mais abrangente: permite comentários e opiniões, inclui julgamento de valor, comparação com outras obras da mesma área e avaliação da relevância da obra em relação às outras do mesmo gênero, por isso normalmente a resenha é uma tarefa para especialistas no assunto, como professores de determinada área.
Segundo Andrade (1997), resenha é um relato minucioso das propriedades de um objeto, ou de suas partes constitutivas; é um tipo de redação técnica que inclui variadas modalidades de textos: descrição, narração e dissertação. Estruturalmente, descreve as propriedades da obra (descrição física da obra), relata as credenciais do autor, resume a obra, apresenta suas conclusões e metodologia empregada.
Estrutura
A resenha deve ser escrita em terceira pessoa, implicando em certa neutralidade, o que é limitado, porque na seleção e organização do texto já ocorre intenção de quem escreve.
Elementos de Identificação
Uma resenha deve conter os seguintes elementos:
- Autor;
- Título;
- Local da Publicação;
- Editora;
- Data;
- Edição;
- Tamanho;
- Autoria;
- Resumo;
- Tipo de Livro;
- Bibliografia;
- Apreciação.
Fonte: Guia para a elaboração de trabalhos escritos – UFRGS
Periódicos Nacionais de Referência (Qualis/CAPES – A1/A2/B1)
Acesse frequentemente para se informar a respeito dos prazos de Envio de Trabalhos ou, fazer Download das Revistas disponíveisA2 – Análise Social – ISSN: 0003-2573
B1 – Anos 90 (UFRGS) – ISSN: 0104-236X
B1 – ArtCultura (UFU) – ISSN: 1516-8603
A2 – Avaliação (UNICAMP) – ISSN: 1414-4077
A2 – BOLEMA: Boletim de Educação Matemática (UNESP) - ISSN: 0103-636X
B1 – Caderno Brasileiro de Ensino de Física – ISSN: 1677-2334
B1 – Caderno CRH (UFBA) – ISSN: 0103-4979
A2 – Cadernos CEDES – ISSN: 0101-3262
B1 – Cadernos de Educação (UFPel) – ISSN: 0104-1371
A1 – Cadernos de Pesquisa (Fundação Carlos Chagas) – ISSN: 0100-1574
A2 – Cadernos Pagu (UNICAMP) – ISSN: 0104-8333
B1 – Clássica (São Paulo) – ISSN: 0103-4316
A2- Currículo sem Fronteiras – ISSN: 1645-1384
A1 – Dados (Rio de Janeiro) – ISSN: 0011-5258
A2- DELTA: Documentação de Estudos em Linguística Teórica e Aplicada (PUC-SP) – ISSN: 0102-4450
B1 – Educação (PUC-RS) – ISSN: 0101-465X
A2 – Educação e Filosofia (UFU) – ISSN: 0102-6801
A1 – Educação e Pesquisa (USP) – ISSN: 1517-9702
A2- Educação e Realidade – ISSN: 0100-3143
A2- Educação em Revista (UFMG) – ISSN: 0102-4698
B1 – Educação Matemática em Revista (PUC-SP) – ISSN: 1517-3941
B1 – Educação (Unisinos) – ISSN: 1519-387X
B1 – Educação, Sociedade & Culturas – ISSN: 0872-7643
A2- Educar em Revista – ISSN: 0104-4060
A2- Ensaio: Avaliação e Políticas Públicas em Educação – ISSN: 0104-4036
